quarta-feira, 29 de julho de 2009

Não somos um sindicato. Nem tão tão pouco uma união aduaneira. Se há pior ser no mundo são as gajas. Cabras, meretrizes. Intriguistas, coscuvilheiras. Gostam muito de gozar com a próxima, mas quando estão na mó de baixo é o venha a mim. Haverá incondicionalismo com esta raça? Não. Ui, *tinha, tão fofinha e gira que tu és, e ao mesmo tempo a pensar ya, com esse penteado então, e essas calças, compraste-as onde? E coisas assim. Bonitas e fofas. É tãaao bom apanharmos com uma overdose de mexericos sem razão de ser. Em que todos os que se conhecem e não conhecem são corridos a pente fino. E em que ficamos a pensar, mal eu virar costas o que raio irão dizer de mim. Isso mete nojo. Para não falar de tantas outras coisas.
Às vezes tenho vergonha de ser fêmea. Outras de ser pessoa.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Quando eles deveriam pegar na vassoura (e mesmo assim não lhe pegam)

Lembram-se deste post?
Pois bem, agora é ao contrário. Há coisas que nós, fêmeas, as meninas, nunca fizemos, nunca fomos treinadas para fazer, porque as nossas mães e as nossas avós não nos deixavam: isso são coisas de meninos. Cresci sabendo que os meninos é que vão à tropa, os meninos é que sobem às árvores, os meninos é que mexem na terra e se sujam, e gostam de carrinhos. Algo complicado para uma fêmea como eu, que tinha uma paixão por motas, carrinhos e caixas de ferramentas, bem como bolas e pistolas. Coisas que a minha avó ia fazendo desaparecer, porque não eram próprias para uma menina. Tinha um revolver que disparava balas de ventosa para os respectivos alvos que durou, vá, 2 meses. E pistas de motas e de carros de corrida, com loops e afins, que também foram desaparecendo. O meu maior desgosto é a minha pistola do Starwars, com sons e cores, que desapareceu numa bela manhã de nevoeiro. Enfim.
Todo este discurso introdutório serve para explicar que eram as meninas que punham a mesa e os meninos quem matavam os bichinhos. O Anacleto matava os aranhiços e deixava a mamã feliz. A Guidinha punha a mesa e não faria mais que a sua obrigação. Ora, é verdade ou não?
Acontece que há um certo cliché:fêmeas não gostam de ratos, nem de vermes nem de insectos nem afins. E é da prache gritar histericamente quando se vir um. Convenhamos, a mim não me fazem impressão ratinhos, morceguinhos (a menos que se me predam no cabelo), iguanazinhas, aranhinhas (peludas só curto se estiverem em ambientes controlados), ou até cobrazinhas. Também não me importo se as osguinhas estiverem no exterior da minha habitação.
Agora imaginem: chegam a casa estafadas(os), querem ir dormir, a vossa cama está encostada à janela. Preparam-se para fechar os estores, e eis que vos salta uma OSGA nojenta, verde, horrível, maior que a anterior. A vossa reacção é:
a)com a maior calma do mundo, convidar a osga a beber um chá
b)abrir a cama para a osguinha dormir mais confortável
c)gritar histericamente porque há o nojo, o susto, a incredibilidade de ter um bicharoco daqueles em cima da vossa almofada
d)matar a osga (ainda não descobri como, expliquem-me lá)
e)a c) e chamar um gajo que tenha dever de garante

Ora aí está o busílis. E se o gajo não tiver sido educado para tropa, mudar instalações eléctricas, matar osgas e afins? Então para que raio serve ele? "Ah,mata tu, por que raio tenho que ser eu?" PORQUE ÉS MACHO!GOSTAVAS QUE EU TE DESSE UM RAMO DE FLORES NOS ANOS?ENTÃO!HÁ CENAS QUE PRONTO, ENFIM, ESTÃO PREDETERMINADAS!
Já que vocês estão sempre contra a igualdade, ora tomem lá, querem ser diferentes matem osgas. E já agora, aceitam-se sugestões. Recuso-me a entrar no quatro enquanto o bicharoco andar por lá (obrigada mãezinha por teres aberto as janelas, mesmo quando te alertei para o perigo de osgas, humpf. Perdão, sardões - parece que são maiores e mais nojentos, e segundo a doutrina, é a espécie que me anda a invadir a casa nestes tempos).

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Meet our new female friend



É tão fêmea que até se derrete por flores. E isto apesar de não recusar um bom naco de carne.

sábado, 11 de julho de 2009

Fêmeas :

Não deixemos morrer o Fêmeas.

Brings us all together.